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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Uma pergunta por dia: Porque procuras a felicidade em tudo o que não tens?

17.12.14, Alice Alfazema

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E eu que procurei a felicidade em tudo o que não tinha,

como se um dia agarrasse-a nas mãos

sem margem de fuga e nunca mais morresse.

 

Um dia prenha de cansaço

entreguei-me ao dourado morno do ocaso

e nem os amores que morreram

ou os filhos que não nasceram,

afastaram o hálito da paz.

 

Nasceu-me luz pelos dedos

e nessa entrega sem condição

senti o sabor de terra e mar

 

E eu, que procurei a felicidade

Em tudo o que não tinha

 

 

Poema de Rita Freitas, no blogue À procura da lucidez

 

 

Uma pergunta até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade.

 

 

Alice Alfazema

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