Peguei nas tábuas que tinha apanhado no entulho daquela casa vazia. Fui buscar os pregos que estavam escondidos no armário da cozinha. Pedi emprestado ao tio João o martelo e pus mãos à obra. Fiz um desenho no chão, as rodas, o volante...Preguei aqueles pregos com toda a minha força. A minha energia ficou naquelas tábuas. Alguns ficaram tortos, não faz mal. Pintei as rodas de preto e branco. Deixei secar. Já falta pouco para a poder experimentar. Está linda. Vou descansar um (...)