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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Filhos sem pais

06.02.19, Alice Alfazema
Ilustração Patrick Gonzales   Não sei de números, mas sei que todos os dias leio notícias sobre a violência doméstica. Dos filhos que ficaram orfãos de pais, que vivem agora numa instituição. Na escola há muitos que foram retirados aos pais. São histórias que pouca gente quer saber.    Não creio que se faça muito por eles, faz-se o que se pode, deixa-se andar.   

6 milhões de casas em Portugal

22.05.15, Alice Alfazema
    Clique na imagem para ver o catálogo.   Este catálogo é da iniciativa da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima. Nele há um chamamento para a quantidade de imperfeições que existem nos lares portugueses. Apesar de olharmos constantemente para o lado, os números estão lá e são apenas uma parte da realidade, apenas uma parte. Nos últimos dias têm sido reveladas imagens de violência, entre (...)

Bebe um chá

06.03.15, Alice Alfazema
  Ilustração Rebeca Luciani   O que tens? Estás doente? Não. Dói-me a barriga. Porquê? Comes-te alguma coisa que te fez mal? Não, foi uma bota biqueira de aço.   Hoje apetece-me chorar.   Alice Alfazema  

Violência doméstica

20.06.14, Alice Alfazema
  A notícia passa na televisão, banal, tão banal que até assusta. Alguém diz que a vítima tinha quarenta e oito anos e sofria há mais de vinte oito de maus tratos...   Ardeste Incólume Promontório após Promontório O teu ser foi absorvendo Inteiro O horizonte laminado Circular   Alberto de Lacerda       Se precisar peça apoio:   Alice Alfazema

Março mês da Mulher: Violência doméstica

05.03.14, Alice Alfazema
  Segundo a pesquisa da Agência para os Direitos Fundamentais da União Europeia (UE), realizada em 2012 e cujos resultados foram divulgados na terça-feira, 93% das portuguesas constatam que a violência contra mulheres em Portugal é "muito comum" (60%) ou "bastante comum" (33%).   Esta constatação da violência contra as mulheres está bastante acima da média europeia: 78% das cidadãs da UE reconhecem que os abusos contra mulheres são "muito comuns" (27%) ou "bastante comuns" (51%).