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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Cadarços

13.01.18, Alice Alfazema
  Os sapatos ficam entre os pés e o chão, no que são como as palavras.     As meias entre os pés e os sapatos, como os adjetivos. Os verbos, passos.     Cadarços, laços. Os pés caminham lado a lado, calçados.       Sapatos são calçados. Porque são e porque são usados. Palavras são pedaços. Os pés descalços caminham calados.         Poema de Arnaldo Antunes. Ilustrações Elizabeth Barlow.       Alice Alfazema      

Canibalismo contemporâneo

25.05.12, Alice Alfazema
  O menu de luxo inclui bebidas de 1ª qualidade, pombo e rola entre outras iguarias. Há algo de sinistro nesta ementa e nestas exigências. É que para além do cardápio escolhido ele é comido no rescaldo da fome e necessidade dos outros. É o canibalismo contemporâneo.       Alice Alfazema

Qual é o meu maior desejo para este Natal?

01.12.11, Alice Alfazema
Tomam-se medidas, fazem-se reuniões e mais medidas que tais, mas quem são os responsáveis da crise?   Ainda não percebi bem...   Medidas de austeridade? Poupança? Cooperação de todos? Baixar as despesas? Culpas? O que é um gestor? Quem é o responsável por má apresentação de resultados? Para que serve a hierarquia? Quem é o culpado, é o povo? Como foram feitas as grandes fortunas em todo o mundo? Porque é que a justiça é tão lenta? Enriquecimento (...)