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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Uma mensagem de Natal

19.12.18, Alice Alfazema
Siga tranquilamente entre a pressa e a inquietude, lembrando-se que há sempre paz no silêncio.     Tanto quanto possível, sem se humilhar, mantenha boas relações com todas as pessoas. Fale a sua verdade mansa e claramente e ouça a dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes, pois eles também têm sua própria história.     Evite as pessoas escandalosas e agressivas. Elas afligem o nosso espírito.     Se você se comparar com os outros, tornar-se-á presunçoso e (...)

27.07.18, Alice Alfazema
    As ondas do mar quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim       Sophia de Mello Breyner Andersen        

Bom dia :-)

19.11.17, Alice Alfazema
  Enfunando os papos,  Saem da penumbra,  Aos pulos, os sapos.  A luz os deslumbra.  Em ronco que aterra,  Berra o sapo-boi:  - "Meu pai foi à guerra!"  - "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".  O sapo-tanoeiro,  Parnasiano aguado,  Diz: - "Meu cancioneiro É bem martelado.        Vede como primo  Em comer os hiatos!  Que arte! E nunca rimo  Os termos cognatos.  O meu verso é bom  Frumento sem joio.  Faço rimas com  Consoantes de apoio.  Vai por (...)

O segredo

17.08.16, Alice Alfazema
Vou-vos contar um segredo que vai mudar as vossas vidas para sempre. É um segredo que merece ser revelado. Nos dias que correm cada vez vivemos mais stressados, com raivinhas disto e daquilo. Uns sentem-se incompreendidos, outros injustiçados e por ai fora. Cada qual com os seus problemas.    O segredo que tenho para vos contar é verdadeiramente perturbador, de tão simples que é. Não o encontrei em nenhum livro de auto-ajuda, nem mo disse nenhum especialista credenciado.    C (...)

Uni-verso

17.02.15, Alice Alfazema
Ilustração Catherine G McElroy   Se o Universo, une o Verbo, une o verso, mistura o inverso do avesso do mundo externo...   Se estamos imersos num mundo interno repleto de infernos e invernos Estamos enfermos em formas quadradas, projetadas e padronizadas? Ou somos criaturas criadoras, receptivas e receptoras, que harmonizam nossas próprias vibrações coloridas junto ao arco-íris? Às vezes penso, como os egípcios, o homem é um prisma transparente e sua vida é a escolha das (...)