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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O "branco" não existe

Miscigenação

18.06.20, Alice Alfazema
  Ilustração Rita Cardelli       (...)aos ‘brancos racistas portugueses’, aos que defendem uma hierarquização dos indivíduos com base nas suas diferenças físicas e comportamentais herdadas. Do ponto de vista biológico-genético e antropológico, não existem ‘raças’, apenas uma gama enorme de variações de traços físicos entre os seres humanos. O ‘branco’ não existe: a formação étnico-racial da nação portuguesa é resultado de um profundo processo de (...)

Pensar e resistir

25.06.19, Alice Alfazema
      Qual é o papel da Educação hoje? O papel da Educação é de ajudar os alunos a enfrentar problemas da vida. Isso de uma forma geral, mas sobretudo num mundo em crise. Eu fiz vários livros sobre Educação e, para mim, a ideia fundamental é que falta nos programas de Educação alguns temas fundamentais para que as pessoas possam enfrentar problemas da vida.   Que temas são esses? Em primeiro lugar, a Educação trata de de conhecimento, mas é preciso fazer a pergunta: o (...)

Bairro da Jamaica

30.01.19, Alice Alfazema
Fui ver onde ficava o bairro da Jamaica, sempre pensei que ficava em Lisboa, afinal é no Seixal, na margem sul de Lisboa, também não sabia que havia uma margem sul de Lisboa.    Vi algumas fotografias de prédios em tijolo, com casas sem as mínimas condições de habitabilidade onde moram pessoas há décadas, pensei que já não existisse disto em Portugal, pensei mal.    Provavelmente muitas daquelas pessoas trabalham na margem norte de Lisboa. Ou não há margem norte?

A tua corrida começa quando choras pela primeira vez...

17.02.18, Alice Alfazema
  As pessoas surpreendem-se a cada dia que passa, ficam admiradas com a rotina que se instala, perplexas com as rugas que acumulam no rosto. Pensam que são diferentes, mas revêem-se nos padrões que se instalam nas conversas do dia-a-dia.     Os mais velhos dizem que antigamente é que era bom, os novos descobrem as brejeirices como uma nova forma de estar. Nalguns meios a escrita criativa é a promessa de sermos diferentes. Noutros a imagem corporal e os trapos que tens vestidos. (...)