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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Dislexia

13.01.21, Alice Alfazema
Poderiam ser cenários de um outro mundo, mas não são. Poderiam ser fantasias de um artista deveras criativo, talvez sejam. Parecem verdadeiras obras de arte, cuidadosamente criadas, horas e horas de intenção utilitária. Um abrigo. Uma barreira. Uma corrente aérea. É pedra. É neve.  Museu ao vivo. Sala aberta à aventura. Escadas para os sonhos mais incríveis. Sempre em mudança. A despertar os sentimentos. Incompreendido. Pouco valorizado. Irrelevante para a grande maioria. (...)

Em linha

10.01.21, Alice Alfazema
  Há dias em que penso que já nasci velha e que apenas a Natureza me conseguiu sempre surpreender, todas as outras situações societais são assim como que uma simples confirmação daquilo que conheço, umas vezes a uma escala mais pequena, outras numa maior. Como se fossem ciclos viciados no tempo, em analogias de diferentes cenários, assim como na matemática. Numa sequência interligada de factores e indicadores que juntos dão origem a conclusões que já foram validadas em (...)

Geração COVID-19?

Ou lá o que isso é...

03.01.21, Alice Alfazema
Imaginemos uma rua onde há alguém bisbilhoteiro e que gosta de espalhar o boato. Imaginemos isto a nível nacional. E agora a um nível global. Está instalada a confusão.  Nunca foi tão difícil criar um filho como agora, pois para além dos pais, há todos os outros criativos que inventam o que é educação. Espalhando o terror sobre as ansiedades, as paranóias e os medos. Diz-se agora que existe uma geração covid, portanto o que se passou - nos últimos meses - vai definir (...)

Escopo a escopo

19.11.20, Alice Alfazema
Ilustração Amanda Oleander   Todos somos escultores do nosso próprio corpo, não só dele, mas de tudo aquilo que representamos. É interessante pensarmos que esta mesma estátua está em constante mudança, que pequenas nuances afrontam-nos, dando marcas desnecessárias à matéria, que quando é nova aguenta-se, também depende das intempéries envolvidas, escopo a escopo vamos avançando àquilo que julgamos a melhor versão, mas a arte é mesmo assim, uns gostam outros não.     

A pandemia das ideias e dos outros

COVID-19

09.11.20, Alice Alfazema
  As medidas quando são tomadas de modo contraditório, denotam a desorientação das ideias, levando à desorganização dos sistemas. Podemos ir ao supermercado, mas não podemos andar na rua, podemos ir trabalhar em transportes cheios, mas não podemos ir ao restaurante durante o fim-de-semana. As escolas estão cheias, mas não são focos de vírus. Ando bêbada e não sei qual a bebida que ando a tomar.      Não morremos do mal, vamos morrer da cura. Podes estar com a tua (...)