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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Escuridão luminosa

15.08.19, Alice Alfazema
Estamos numa espécie de Idade Média do tempos modernos, agora as pessoas têm informação, muita informação, mas não a utilizam de forma correcta, propagam-se então as notícias que têm anos como se fossem novidades, a fonte da notícia não é tida em conta. Há assim uns locais onde o povo se ajunta e grita, mas agora são gritos escritos, nada de atirar tomates e verduras podres, agora são os comentários de ódio, sem fundamentação. Depois uns riem, outros aplaudem, tal como (...)

SUSPENSÃO DO “PROJECTO DE MELHORIA DAS ACESSIBILIDADES DO PORTO DE SETÚBAL”

19.02.19, Alice Alfazema
    Gostas de uma das baías mais belas do mundo? Queres mantê-la assim? É importante para ti preservar o meio-ambiente para as gerações futuras? Dás importância àquilo que te rodeia? Não queres um rio imundo de óleo? Então, assina a petição.     A APECATE, a ArtesanalPesca, o Clube da Arrábida, a Neptun Pearl, a Ocean Alive, o Pestana Hotel Group, a Setúbal Pesca, a SESIBAL, a SOS Sado, a Vertigem Azul e a ZERO apelam à suspensão imediata do Projecto de Melhoria (...)

Fotografias de Artur Pastor: Setúbal

17.02.19, Alice Alfazema
Esta gente cujo rosto  Às vezes luminoso  E outras vezes tosco  Ora me lembra escravos  Ora me lembra reis    Faz renascer meu gosto  De luta e de combate  Contra o abutre e a cobra  O porco e o milhafre  Pois a gente que tem  O rosto desenhado  Por paciência e fome  É a gente em quem  Um país ocupado  Escreve o seu nome      E em frente desta gente  Ignorada e pisada  Como a pedra do chão  E mais do que a pedra  Humilhada e calcada      Meu canto se renova 

O tempo pára

04.11.18, Alice Alfazema
      O tempo pára,  o tempo é a água azul do rio que se estende à minha frente na despedida do estio;       O tempo pára,  o tempo é a água azul do rio e eu sou barco, sou gaivota, sou onda leve e lenta que cobre a areia sedenta;       O tempo pára,  o tempo é a água azul do rio, amante doce e tranquilo em que diluo minha vida, que vai e me leva a mágoa, que me liberta na volta qual fénix renascida.       Poema de Vanda Sôlho

Micro contos - A vida numa bancada

17.06.18, Alice Alfazema
  A vida é assim, uma mistura de tudo. Há sempre gente surpreendida e gente que se vê perante opções de que já ouviu falar, daquelas que são dos outros. Acabamos todos em repetições.        Alice Alfazema  

Ainda não têm um calendário para 2018?

19.12.17, Alice Alfazema
    Se não têm ou querem oferecer a alguém o calendário do ano que vem, aproveitem esta oportunidade e alegrem também a vossa parede da cozinha. Assim, quando não souberem em que dia da semana estão, quando quiserem saber quanto tempo falta para as férias, fins de semana prolongados, etc e tal, é só folhear e voilá, poderão fazer uso deste útil calendário e ficar ainda a conhecer quem são alguns dos Bombeiros Sapadores de Setúbal.   Além de ser um calendário que (...)