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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Mar da nossa Terra

Mar da Minha Terra - Almada Atlântida

30.01.21, Alice Alfazema
No outro dia falei aqui daquilo que está a acontecer no Rio Sado, entretanto, não me lembro de ver noticiado nos órgãos de comunicação social esse crime ambiental, pelo menos na forma como deveria ter sido divulgado. É bom que nos lembremos mais vezes que tudo isto tem um preço demasiado elevado para todos nós, e recordemos também que não vivemos num mundo virtual (...)

Crime ambiental no Rio Sado

Janeiro 2021

22.01.21, Alice Alfazema
Faltam-me as palavras para descrever o que está a acontecer no Rio Sado, uma torrente de lama cobre agora tudo o que encontra no seu caminho, é a morte a assolar tudo o que lhe aparece pela frente. São lamas de dragados, que soterram o sapal, e a zona envolvente, que tornam o Estuário do Sado num lodaçal putrefacto, matando as espécies que dele dependem, empobrecendo de uma maneira feroz a biodiversidade já de si frágil.  Devastando a produção ostreícola adjacente, a (...)

Janeiro

2021

09.01.21, Alice Alfazema
Notei que as giestas já estão a florir, gosto muito do tempo das giestas em flor, daquela fragrância suave  e refrescante, que é uma mistura marinha e serrana, por vezes crescidas nas dunas de areia branca e macia. A alegria dos seus cachos floridos, são como braços enfeitados de tecido fino e rico, e as suas flores tão delicadas e ao mesmo tempo resistentes à intempérie. Notei que o dia já está mais longo, alegro-me por isso, "Janeiro fora uma hora, e quem bem contar hora e (...)