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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Esta Serra que eu amo

18.09.16, Alice Alfazema
  Porque será que eu ando ainda, que eu ando sempre à procura de aquela Estrela que já tão bem alcancei que a trago diluída no meu sangue?...     Poema de Sebastião da Gama, Serra-Mãe     Alice Alfazema

Bom dia

29.06.15, Alice Alfazema
  No ar fresco da manhã, na neblina fininha que fica por cima da linha de água, sinto o fresco da maré que me leva até longe que é onde estou.    Alice Alfazema

O meu tesouro

04.10.14, Alice Alfazema
Hoje sentei-me à beirinha do Atlântico. As suas ondas rasteirinhas vieram ter comigo, fizeram-me festas de sal. Estive assim, por muito tempo, contemplando e sentindo aquela imensa massa azul. Passaram cães e pessoas. Uma abelha pousou na minha toalha amarela, enquanto eu lia. No meu livro uma aranha minúscula poisou entre as páginas, vinda sei lá de onde, sei que conseguem atravessar oceanos, levadas pelo vento, seres minorquinhas que já viveram uma aventura tão grande. A praia (...)

I love it

06.07.14, Alice Alfazema
  Quando viajo até esta serra apetece-me voar, por mais que veja esta paisagem existe sempre algo novo que me deixa deslumbrada, as fotografias não conseguem transmitir o que vejo, porque vejo para além do olhar. É um misto de sentimentos. É o vento, o vento é importante. São as brisas leves, diferentes em cada curva. São os cheiros que me trazem memórias, tantas. (...)

Do mar largo cercada...

19.11.12, Alice Alfazema
      Dos solitários bosques a verdura, Nas duras penedias sustentada, Nesta Serra, do mar largo cercada, Me move a contemplar mais formosura.   Que tem quem tem na terra mor ventura, Nos mais altos estados arriscada, Se não tem a vontade registada Nas mãos do Criador da criatura?   A folha, que no bosque verde estava, Em breve espaço cai, perdida a cor, Que quantas (...)

Da Arrábida

05.10.10, Alice Alfazema
  Da Arrábida   Alta Serra deserta, donde vejo As águas do Oceano duma banda, E doutra já salgadas as do Tejo: Aquela saudade que me manda Lágrimas derramar em toda a parte, Que fará nesta saudosa, e branda? Daqui mais saudoso o sol se parte; Daqui muito mais claro, mais dourado, Pelos montes, nascendo, se reparte. Aqui sob-lo mar dependurado Um penedo sobre outro me ameaça D (...)