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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Campo aberto

10.02.15, Alice Alfazema
 Pintura  Andrei Belichenko   Tudo frutificou: o campo estava aberto, deu aconchego e raiz a todas as sementes.   Sebastião da Gama   Olhai os lírios do campo que já começam a florir e as amendoeiras que despertam deste Inverno frio. Erguem-se esbeltas as arvores de folha caduca, esperam por nova vestimenta, deixam entrar o Sol, ainda fraquinho, e tu que esperas, depois deste frio nos deixar?   Alice Alfazema      

Steve Jobs, sementes de agradecimento

06.10.11, Alice Alfazema
    Talvez o fruto não seja o fim, mas e antes o começo, o fim que leva a uma nova vida, a um novo crescimento, que vai para além do tempo e do espaço. Sem as sementes do fruto não haveria crescimento e vida, essa sim precisa da morte para continuar, pois como pode um fruto continuar a viver se não morrer? As sementes são exemplos de vida que dão que pensar, não desistir é um (...)