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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Bom dia ;)

24.08.16, Alice Alfazema
  Neste sítio, comi ontem as minhas primeiras sardinhas deste Verão. Foram duas horas de férias e uma bela jantarada.      Alice Alfazema  

Almoço entre colegas

18.06.16, Alice Alfazema
  Ilustração  Wojtek Kowalczyk   Era vez um almoço de colegas, ou quase colegas. Para terminar o ano de trabalho decidiram fazer uma bela almoçarada, fixaram um preço, propuseram-se a candidatos e juntaram um grande grupo. No dia do almoço, uns arranjaram as saladas, outros cortaram o pão, cozeram as batatas, salgaram o peixe e a carne, houve também quem acendesse os fogareiros e assasse os ditos, outros ainda puseram a mesa e arranjaram as sobremesas. Chegada a hora da (...)

Liberdade ao sal

19.06.15, Alice Alfazema
Ilustração Astrid Trügg     Antes de sentir a traição na pele ela sentia-se livre, gozava de uma liberdade atlântica, o fresco do oceano banhava a sua pele e trazia-lhe o odor do sal para junto de si, as ondas alegres faziam-lhe cócegas pelo corpo todo e gargalhava até lhe doer a barriga. Depois disso veio a sensação pegajosa do óleo que se lhe agarrou à pele, o fecho asfixiante na lata (...)

A pesca do cerco - Património Imaterial

22.06.13, Alice Alfazema
Como o tempo é de comer sardinhas deixo-vos aqui um pequeno texto que fiz sobre a pesca do cerco, quando comerem o peixe lembrem-se que ele não vem das bancadas do hiper ou de um outro qualquer lugar, mas sim daquele mar lindo que temos e que é pescado por gente que sabe muito de suor e de lágrimas.       A pesca de cerco é uma arte que se enquadra no âmbito de (...)

Outras vidas

28.06.12, Alice Alfazema
      Neste tempo de comer sardinhada, de lhes sentir o cheiro e o sabor vale a pena pensar e saber que, para além disto há um outro lado que interessa descobrir:     "Partimos rumo ao desconhecido. Quando abandonamos terra, tornamo-nos numa outra pessoa em nós próprios. Assumimos uma outra identidade. Aquela salgada, que o meio assim o exige e que nos molda. Os (...)