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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O grande problema do ano lectivo anterior e o deste novo ano

30.08.19, Alice Alfazema
Os livros do ano anterior foram entregues a estrear e muitos foram devolvidos em condições lastimosas. Ninguém sabia que não se podia escrever nos livros, nem sublinhar, nem rasgar capas,  parece que ninguém avisou que os livros eram emprestados, atenção: que emprestado não é dado. Pergunta simples: quando vão a uma biblioteca, alguém vos diz que não devem sublinhar ou escrever no livro que têm de devolver? E se escreverem e sublinharem esperam que alguém o vá apagar por (...)

Uma reflexão no Dia do Trabalhador

01.05.19, Alice Alfazema
  Ilustração Giuseppe Pelliizza   Antigamente, na generalidade, os trabalhadores laboravam em fábricas, na pesca, ou na agricultura, andavam rotos, sujos e descalços porque eram mal pagos e  mal vistos. Eram pessoas que não sabiam de nada, ranhosos, não letrados. Depois vieram os trabalhos de escritório, trabalhos de responsabilidade, melhor pagos, as pessoas passaram a vestir-se melhor, e a distanciarem-se dos rotos e sujos. Apareceram os chefes e os directores e os lambe (...)

Micro contos - Minimalismo

26.01.17, Alice Alfazema
Pegou no pacote de massas macarronete e colocou-as dentro da panela com água a ferver, um fio de azeite refinado boiava por entre a borbulhagem da fervura. Esperou que ficassem cozidas al dente, para gastar menos gás, enquanto isso foi contar aquilo que lhe restava do ordenado mínimo português. Depois comeu as massas com um resto de entremeada que tinha comprado em promoção.     Alice Alfazema