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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Em linha

10.01.21, Alice Alfazema
  Há dias em que penso que já nasci velha e que apenas a Natureza me conseguiu sempre surpreender, todas as outras situações societais são assim como que uma simples confirmação daquilo que conheço, umas vezes a uma escala mais pequena, outras numa maior. Como se fossem ciclos viciados no tempo, em analogias de diferentes cenários, assim como na matemática. Numa sequência interligada de factores e indicadores que juntos dão origem a conclusões que já foram validadas em (...)

Rastros

30.09.20, Alice Alfazema
Ilustração  Andrea Calisi   Rio                 manso                               rio manso                                                vai tranquilo                                                     rio manso, vai descendo                                           vai levando ao ribeirinho                            água limpa e peixe bom             vai (...)

Dias de vento e com os ventos

20.09.20, Alice Alfazema
   O meu olhar de tanto marfixou-se numa nuvem de vento.Dispo-me de gaivotasquando é o teu olhar com asasque me solta e agarra,pois dois sentidos morampara além de nós,nos habitam e esperamsentados aos tropeçõesdentro dos nossos corpos.São aves de muitas ondas,as que nos beijam.A hora chegou com o seu gume.Amor,volto a partir com os ventos.    Poema de Lília Tavares, in Parto com os ventos     

Micro contos - O mar, o rio e eu

17.12.15, Alice Alfazema
  Ilustração Sonia Maria Luce Possentini   Desde que me conheço vejo-me perto do mar e do rio, à beirinha. A ver os vários tons de verde ou de azul. Sinto-lhe a falta quando estou longe. A minha pele fica feliz quando lhe sente o sal. Acalmo-me. O mar e o rio fazem parte de mim. Da minha história, nas minhas alegrias e nas outras.    Alice Alfazema