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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Momento dourado

18.01.21, Alice Alfazema
Fotografia Carlo Galliani Nada do que é dourado fica, ou é um fim, ou um começo. Um momento hipnótico difícil de repetir, talvez impossível. O dourado é a loucura que se afasta ou que vem ao encontro. Queria eu poder escolher com qual delas ficar.  

Presidenciais 2021

16.01.21, Alice Alfazema
Faço minhas as palavras do José Condessa: "Não quero saber o que é viver num país que não é livre. Não quero viver num país onde seja instigada a segregação, o preconceito, o racismo e a discriminação. Não quero ver defendido o machismo, a misóginia e o sexismo. Onde se põe em hipótese mutilações femininas. Onde não se procura respeitar o próximo. Onde a homofobia é aceite. Onde se defende que há uns melhores que outros. Não quero viver num país assim. E muito (...)

"o outro lado do mundo é igual ao outro lado do mundo."

15.01.21, Alice Alfazema
Ilustração Jacub Gagnon    Estamos num tempo em que temos de ter a paciência e o vagar de um camaleão, e de sentir aquele poder de mudar a pele cada vez que é necessário. Ocasião. Acaso.    esta é uma vila com mais de dez milhões de habitantes são carros e gente e bicicletas num caos perpétuo. é certamente uma vila porque as pessoas têm mãos sujas e expectativas de sobrevivência pelo seu próprio cultivo da paz interior. vidas de néon que constantemente atravessam estradas em direção a catedrais contemporâneas: