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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Por as palavras a andar

18.10.18, Alice Alfazema
    Ilustração Olha Muzychenko   “Diz a sabedoria indígena que quando não cumprimos aquilo que prometemos, o fio de nossa ação, que deveria estar concluída e amarrada em algum lugar, fica solto ao nosso lado. Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem que caminhemos livremente, fazendo que fiquemos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos têm o costume de "por-as-palavras- a-andar", que significa agir de acordo com o que se (...)

Economia - Receber sem trabalhar.

21.09.10, Alice Alfazema
Um professor de economia na universidade Texas Tech, disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira. Esta classe em particular tinha insistido que um regime realmente igualitário funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo". O professor então disse: - Ok, vamos fazer uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas de avaliação nas provas. Todas as notas (...)