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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Setúbal - 25 de Abril de 1974, o povo saiu à rua.

25.04.17, Alice Alfazema
                  Se te disserem que um gorila salvou a tua irmã E que não é bonito pensares a todo o momento Na caixa de correio vazia Pensa bem, mano, na fórmula que adoptaste Para uma sociedade sem classes Onde não adianta patinar na relva como os ursos. Só eles possuem o dom do peso Aliado à levitação, Mas a um qualquer é permitido rir E falar alto como se acordasse em forma. Fora do orabolas em que foste criado Há muita coisa à espera de ser vista   Pela primeira vez

11 de Julho de 2016

11.07.16, Alice Alfazema
Vivemos hoje grandes momentos de auto-estima, de que é possível. Para mim isto é o mais importante desta taça. É uma taça cheia de optimismo, de alegria, de grande esperança que pode ser transportada para outras realidades. Isso é o que importa. A vibração das coisas boas. Acreditar sem fé ou com fé. Energia pura, da boa. Precisamos tanto disso. Aproveitem e multipliquem.    É bom termos conquistas boas, é bom, e o que é bom merece o esforço. É bom deixarmos de olhar (...)

Ser ou não ser europeus

24.06.16, Alice Alfazema
  Há uma música do povo, Nem sei dizer se é um fado - Que ouvindo-a há um chiste novo No ser que tenho guardado...   Ouvindo-a sou quem seria Se desejar fosse ser... É uma simples melodia Das que se aprendem a viver...   E ouço-a embalado e sozinho... É essa mesma que eu quis... Perdi a fé e o caminho... Quem não fui é que é feliz.   Mas é tão consoladora A vaga e triste canção... Que a minha alma já não chora Nem eu tenho coração...   Se uma emoção estrangeira, (...)

Uma pergunta por dia: Quantos analfabetos políticos andam por aí?

09.11.14, Alice Alfazema
 Ilustração Marsha Gray Carrington   Retirado daqui.   O pior analfabeto é o analfabeto  político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. (...)