Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Crime ambiental no Rio Sado

Janeiro 2021

22.01.21, Alice Alfazema
Faltam-me as palavras para descrever o que está a acontecer no Rio Sado, uma torrente de lama cobre agora tudo o que encontra no seu caminho, é a morte a assolar tudo o que lhe aparece pela frente. São lamas de dragados, que soterram o sapal, e a zona envolvente, que tornam o Estuário do Sado num lodaçal putrefacto, matando as espécies que dele dependem, empobrecendo de uma maneira feroz a biodiversidade já de si frágil.  Devastando a produção ostreícola adjacente, a (...)

Presidenciais 2021

16.01.21, Alice Alfazema
Faço minhas as palavras do José Condessa: "Não quero saber o que é viver num país que não é livre. Não quero viver num país onde seja instigada a segregação, o preconceito, o racismo e a discriminação. Não quero ver defendido o machismo, a misóginia e o sexismo. Onde se põe em hipótese mutilações femininas. Onde não se procura respeitar o próximo. Onde a homofobia é aceite. Onde se defende que há uns melhores que outros. Não quero viver num país assim. E muito (...)

O fogo na minha rua

12.01.21, Alice Alfazema
Não gosto de lareiras, não é que não goste de me aquecer no fogo, ou de ver o fogo, não é isso, acho o fogo hipnotizante, reconfortante, meditativo, e até sinónimo de vida. O que não gosto nas lareiras é o cheiro a incêndio, a árvores queimadas, a sofrimento, a perda de habitat, não gosto, detesto. Por aqui, na minha rua, no meu bairro, o cheiro é tão intenso, que fica na roupa, no ar, é como se durante uns meses eu vivesse num permanente incêndio. Por qualquer berma de (...)