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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Imaginação

18.02.15, Alice Alfazema
Ilustração Camilla d'Errico    Num mundo sem arte, as cores teriam pouco ou nenhum valor, apenas serviriam para chamar a atenção. No desprezo pela arte e pela imaginação perdemos um dia-a-dia motivador, ao perdemos isso começamos a perder a nossa auto-estima e nela se vão todos os nossos desejos. Vemos assim como está este nosso mundo, com uma perda gritante de imaginação, onde muitos nos levam a pensar que existem apenas os caminhos que nos são indicados por eles, quem passas a ser

A política e o sexo

04.05.13, Alice Alfazema
  Pintura de Boleslaw Von Szankowski   O fogo  não tem hábitos. Esconde-se para haver primavera e impudor. Mas ai do desejo que não se habitua aos moldes de cinzas depois de secar a flor. O fogo da passagem, daquilo que passa, do que segue. Os anos. Deixemos aos deuses o amor efémero das danças e tambores. Nós, os homens de passagem, preferimos o perfume impossível do amor eterno imaginado pelas primeiras flores. Poemas de José Gomes Ferreira Alice Alfazema

Canibalismo contemporâneo

25.05.12, Alice Alfazema
  O menu de luxo inclui bebidas de 1ª qualidade, pombo e rola entre outras iguarias. Há algo de sinistro nesta ementa e nestas exigências. É que para além do cardápio escolhido ele é comido no rescaldo da fome e necessidade dos outros. É o canibalismo contemporâneo.       Alice Alfazema