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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Aqui

21.06.13, Alice Alfazema
E aqui estou, cantando. Um poeta é sempre irmão do vento e da água: deixa seu ritmo por onde passa.     Cecília Meireles Alice Alfazema  

A folha da memória

27.10.12, Alice Alfazema
Antes que venha o Inverno e disperse ao vento essas folhas de poesia que por aí caíram, vamos escolher uma ou outra que valha a pena conservar, ainda que não seja senão para memória. A outros versos chamei eu já as últimas recordações de minha vida poética. Enganei o público, mas de boa fé, porque me enganei primeiro a mim. Protestos de poetas que sempre (...)

Manhãs de cetim

26.06.11, Alice Alfazema
  Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!   É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja, É ter garras e asas de condor!   É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhãs de cetim... É condensar (...)