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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

E esta?

14.04.18, Alice Alfazema
    Precisamos de criar uma nova narrativa para África e trabalhar para promover uma melhor vida para todos os seres humanos. Não é sustentável existir uma diferença tão grande entre as nações desenvolvidas e os países mais pobres.   Isabel dos Santos, grande empreendedora que vendia ovos aos seis anos de idade.         Alic (...)

Sobre os sem abrigo

20.02.14, Alice Alfazema
Fotografia do blogue Existe um olhar   Esta fotografia traduz uma realidade cada vez mais crescente em Portugal, os sem abrigo. A maioria pensa que estas pessoas são culpadas e que o seu modo de vida deve-se a escolhas erradas, talvez a apenas algumas escolhas, mas a sociedade, que somos todos nós, também tem as suas culpas e não são poucas. Agora com a crise torna-se mais (...)

Uma pergunta por dia: As lágrimas da pobreza são salgadas?

29.09.13, Alice Alfazema
  Imagem do Público   Neste ambiente de blogues a pobreza não existe, assim como não existe a fome, o mau cheiro, a desarrumação, o cheiro da gansas, as pulgas, os gritos, o desespero. Esse é um ambiente dos outros, que tem apenas a culpa dos próprios. As caras marcadas pelas rugas profundas não existem aqui, tal como não contam para o Estado. A reinserção social é uma fraude de plasticina, que pode ser moldada a (...)

A violência doméstica a fome e outras coisas

16.04.13, Alice Alfazema
A fila engrossa, as pessoas esperam para levarem o farnel para casa, perto algumas crianças brincam, também elas esperam. O medo da fome é o que lhes move até àquele sítio. Já é noite. Os voluntários trazem a comida, alguma feita por eles. A grande maioria dos voluntários são mulheres. Algumas já são mães outras avós. Têm um colete reflector.   Um homem com 70 anos barricou-se em casa e matou a mulher à paulada, desde a tarde que a GNR estava em negociações com ele (...)