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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Plágio

20.02.14, Alice Alfazema
Porque é que as boas acções não são plagiadas? Apenas quando envolve dinheiro se fala de plágio, mas serão as ideias individuais ou universais? Haverá então um repositório universal de ideias? Ou cada um tem em sua brilhante cabeça uma infinitude delas?   Aquela receita foi feita com base em tal e tal, do fulano tal e isto e aquilo, e agora é produto registado, quando no fundo a receita é igualzinha há da minha avó que já a mãe dela fazia, etc. ect.. Com as palavras é (...)

Há palavras que nunca morrem

12.04.13, Alice Alfazema
Pintura de Edward Cucuel      Há palavras que vão e vêm como ondas. São como as brisas ou os temporais. Têm momentos seus e nossos. Trazemo-las dentro de nós, ao peito, nas mãos, na memória, no amor, no ódio ou na ternura. São plágios de ideias que flutuam no firmamento da memória colectiva. Podem as mulheres e os homens ter ideias iguais? Amam e morrem da mesma forma, plagiando-se eternamente.   Alice Alfazema