Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Uma mensagem de Natal

19.12.18, Alice Alfazema
Siga tranquilamente entre a pressa e a inquietude, lembrando-se que há sempre paz no silêncio.     Tanto quanto possível, sem se humilhar, mantenha boas relações com todas as pessoas. Fale a sua verdade mansa e claramente e ouça a dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes, pois eles também têm sua própria história.     Evite as pessoas escandalosas e agressivas. Elas afligem o nosso espírito.     Se você se comparar com os outros, tornar-se-á presunçoso e (...)

Lua cheia

07.09.17, Alice Alfazema
 Ilustração Simone Rea     Quando o céu todo se enfeita. Para uma paz satisfeita E o mundo inteiro se deita Nos braços da escuridão, Aparece a lua cheia, A fulgurante candeia Que pelo espaço vagueia, Clareando a imensidão!   Sutil e cariciosa, Dentro da nuvem garbosa, Ela se eleva ditosa, Num soberbo alumbramento! É o espelho da beleza, Refletindo a natureza, No seu trono de princesa Do salão do firmamento!   O céu – lindos alabastros! Vive marcado de rastros Da (...)

Dia Mundial da Paz

01.01.14, Alice Alfazema
    Depois da euforia ficaram os pratos por lavar, o lixo pelo chão, o silêncio dos brindes. Este primeiro dia do ano, anunciado ao mundo como  Dia Mundial da Paz é talvez de todas as certezas a mais almejada, por isso em primeiro. Todos sabemos o quanto precisamos de paz. Ela é talvez a mais poderosa alavanca de emoções cristalinas e puras. Hoje é um bom dia para (...)

Bordados pela Paz

28.05.13, Alice Alfazema
Bordar é um passatempo para uns, trabalho para outros, no entanto também pode ser notícia, passagem de mensagem, dádiva. As mãos amparam a vida e a morte. As mãos estendem os abraços. As mãos criam violência. As mãos transformam.      Com mãos se faz a paz se faz a guerra. Com mãos tudo se faz e se desfaz. Com mãos se faz o poema – e são de terra. Com mãos se faz a guerra – e são a paz. Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra. Não são de pedras estas casas mas