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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Manuais escolares 2019/2020

20.08.19, Alice Alfazema
Por estes dias na escola a pergunta que se faz é sobre quando se entregam os manuais escolares que vão ser reutilizados. A maioria quer saber isto para poder ver os livros que lhes vai calhar na rifa, muitos dizem que se os livros não estiverem em condições - lindos e maravilhosos - vão comprar uns novos. E eu fico a pensar: quando os manuais eram a pagar, queriam livros gratuitos, agora que são à borla, mas usados, querem comprar novos.    Queridos pais - principalmente mães (...)

#diariodagratidao 23-03-2019

23.03.19, Alice Alfazema
  Ilustração Jerzy Głuszek   Demonstrar através da imaginação. A todos os que partilham a sua imaginação: na música, na escrita, no saber, na solidariedade, na pintura, na fotografia, no cinema, no teatro, na dança, na arquitectura...

E se fosse eu a receber um refugiado em minha casa?

10.04.16, Alice Alfazema
    "E se fosse eu? Todos responderam o que levariam nas respectivas mochilas. Até aqui, tudo bem. Mas, depois, perguntei: E se fosse eu a receber um refugiado em minha casa? E, aí, as respostas prontas converteram-se em silêncio. Um silêncio incómodo. Olhavam-se entre eles. Mostravam surpresa. Nenhum deles me deu uma resposta. Nada. Só admiração, espanto. Perguntei se dividiriam o quarto deles com um refugiado da idade deles. A maior parte disse que não. E foram bastante (...)

Uma pergunta por dia: As emoções são o principal alimento humano?

02.12.12, Alice Alfazema
  Toda a candura da nossa vida se resumia naquela flor   Teria pétalas? Tinha-as, talvez. Mas, não havia naquela flor p´ra nossos olhos senão a cor.   Vinha do mato. Vinha colhida por mãos de Poeta. Vinha beijada pelos meus lábios de Namorado.   Perfume, tinha-o. (Seria Perfume? Quem sabe lá se era perfume se era a exata rara expressão de quanto penso da tua alma?) F (...)

Um sonho que espreita

14.11.12, Alice Alfazema
      A noite nunca é completa Há sempre, visto que eu o digo, Visto que eu o afirmo, No fim do sofrimento uma janela aberta Uma janela iluminada. Há sempre um sonho que espreita Desejo a cumprir, fome a satisfazer Um coração generoso Uma mão estendida, uma mão aberta Olhos atentos  Uma vida, a vida a ser partilhada.     Paul Eluard Alice Alfazema