Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Por as palavras a andar

18.10.18, Alice Alfazema
    Ilustração Olha Muzychenko   “Diz a sabedoria indígena que quando não cumprimos aquilo que prometemos, o fio de nossa ação, que deveria estar concluída e amarrada em algum lugar, fica solto ao nosso lado. Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem que caminhemos livremente, fazendo que fiquemos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos têm o costume de "por-as-palavras- a-andar", que significa agir de acordo com o que se (...)

Palavras anónimas

26.03.11, Alice Alfazema
As palavras escritas por anónimos são, ou pouco valorizadas, ou nada valorizadas; quando este texto circulou como sendo de Mia Couto, choveram comentários elogiando as palavras e o seu conceito, perfeito e perspicaz, afinal, o texto pertence a outro autor e as opiniões já não são o que eram. Um pormenor que se traduz naquilo que é a sociedade; seguidores que, não tem ideias próprias que, só avaliam o que julgam ser importante, ou que lhes forneça meios de subida naquilo que (...)