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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Orvalho

13.04.20, Alice Alfazema
  Deixa que o orvalho lave a poeira dos caminhos.     Deixa que a pedra rosada se incendeie com o Sol e que as chamas iluminem o destino tão incerto e frágil, quanto a carne que um dia, será apenas pó.     Deixa que o amor, num simples abraço se eternize antes que o corpo nada mais precise.     Deixa que o sonho não seja fantasia que ressuscite em cada dia e fique gravado em cada um de nós ! Deixa!       Poema Lita Lisboa, in Nuances Poéticas 

Abraça-me

💋

28.12.19, Alice Alfazema
  Abraça-me. Quero ouvir o vento que vem da tua pele, e ver o sol nascer do intenso calor dos nossos corpos. Quando me perfumo assim, em ti, nada existe a não ser este relâmpago feliz, esta maçã azul que foi colhida na palidez de todos os caminhos, e que ambos mordemos para provar o sabor que tem a carne incandescente das estrelas.     Abraça-me. Veste o meu corpo de ti, para que em ti eu possa buscar o sentido dos sentidos, o sentido da vida. Procura-me com os teus antigos (...)