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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A olhar o céu

20.07.19, Alice Alfazema
Por vezes os nossos pensamentos são como as nuvens, são muitos, são dispersos, são pesados, são flocos levezinhos e distantes uns dos outros, são únicos. À medida que o tempo passa o cenário muda, quer seja porque está vento, ou muito calor, ou é Inverno, ou Primavera.     Observar a Natureza é das melhores coisas da nossa vida, quem nunca experimentou deveria de o fazer, pois são tantos os pormenores, tantas as cores, tantos os cheiros e tantas as emoções que recebemos (...)

Sem nada fazer

10.03.18, Alice Alfazema
Ilustração Anne-Soline Sintès     No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas  que o vento não conseguiu levar:  um estribilho antigo  um carinho no momento preciso  o folhear de um livro de poemas  o cheiro que tinha um dia o próprio vento...      Mario Quintana       Alice Alfazema  

Como vai o mundo?

30.05.16, Alice Alfazema
  Ilustração  Lora Zombie     Vejamos como vai o mundo. Este vasto mundo que baila tão alegremente. Talvez não tanto quanto isso. Os jornais cansam. As notícias cansam. O mundo cansa. O mundo cansa porque está cansado.   Conto, Nuvens, de António Tabucchi     Alice Alfazema

Para além das nuvens

20.02.11, Alice Alfazema
     Pintura de Will Cotton   Por vezes as nuvens parecem algodão doce, o que haverá para além delas? O que nos trouxe a este mundo, e o que há para para lá dele? Será a vida finita, resumindo-se a meros anos aqui passados, ou haverá um retorno ao infinito, à raiz da nossa essência; para lá de onde mora o espírito; e onde as nuvens são de várias cores, onde a música sabe a calor, e é leve o pensamento; ali  onde as dores ficam guardadas, para um novo recomeço.