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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Vestida de noite

08.10.20, Alice Alfazema
  Olhar a noite e ver as estrelas é das coisas mais simples e intrigantes da vida. Sentirmos o quanto somos minúsculos ao olharmos o céu e pensarmos o que poderá existir mais além.  É no cheiro da noite e nos seus barulhos fugazes, que a escuridão acolhedora se pode transformar em assustadora. Um mundo desconhecido à nossa frente.     A aldeia não existe, exceto quando uma árvore de cabelos escuros desliza no ar abrasador como uma mulher afogada. A aldeia está em (...)

#diariodagratidao 14-06-2019

14.06.19, Alice Alfazema
    Ilustração Emily McPhie     Nos vastos céus estrelados Que além de espaços estão, Sob a regência de fados Que ninguém sabe o que são, Há sistemas infinitos, Sóis centros de mundos seus,   E cada sol é um Deus.     Poema de Fernando Pessoa

Noite

22.10.17, Alice Alfazema
Ilustração de Catrin Welz-Stein       Era uma noite apressada  depois de um dia tão lento.  Era uma rosa encarnada  aberta nesse momento.  Era uma boca fechada  sob a mordaça de um lenço.  Era afinal quase nada,  e tudo parecia imenso!        David Mourão-Ferreira     Alice Alfazema