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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

É tudo

06.02.15, Alice Alfazema
  Vejo o rio, manso e azul, corre para oceano, talvez para se sentir liberto das margens, para mergulhar numa outra dimensão. Na barra dá por si mais salgado. Ao longe o bote e o homem que segura o leme. As ondas lisas libertam pequenos pedaços de espuma. O motor ronrona. Calmaria.   Alice Alfazema

Brilho

03.01.15, Alice Alfazema
Parecem mágicas as vagas, carregam o brilho do Sol, por entre elas o bote e a gaivota, um coração bate ao leme, enquanto fuma um cigarro, aspira o fumo e o cheiro do rio.    Navega, descobre tesouros, mas não os tires do fundo do mar, o lugar deles é lá. Admira a Lua, sonha com ela, mas não queiras trazê-la para Terra. Goza a luz do Sol, de (...)