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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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05.03.21, Alice Alfazema
Sou um evadido,Logo que nasciFecharam-me em mim,Ah, mas eu fugi.    Se a gente se cansaDo mesmo lugar,Do mesmo serPorque não se cansar? Minha alma procura-meMas eu ando a monte.Oxalá que elaNunca me encontre. Ser um é cadeia.Ser eu é não ser.Eu vivo fugindoMas vivo a valer.   Poema de Fernando Pessoa

O Sol

15.06.20, Alice Alfazema
  Ilustração Elisa Chavarri   O Sol para uns é algo bonito, para outros não passa de algo comum a que nos habituamos a ver todos os dias, mesmo que esteja escondido, sabemos que está lá na mesma. Uns preferem ver o nascer do Sol, outros o pôr do Sol, eu prefiro o primeiro, gosto de expectativas, de começos, da manhã, da energia a crescer, de ver a Natureza numa azáfama para acolher um novo dia, os zumbidos das (...)