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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Refugiados

Shamsia Hassani

24.08.21, Alice Alfazema
As I remember I hid my identity to avoid any mistreatment by others for my identity and nationality. To avoid harm or at least reduce the amount of it.When we were immigrants in Iran, we dressed like Iranians and spoke in their accent. We were very happy that no one understood that we were Afghans, but we had a strange feeling in our hearts, even though we had not sinned, we were still scared. Whenever we found ourselves in the same colors as the crowd around us, we felt safe, just like (...)

"o outro lado do mundo é igual ao outro lado do mundo."

15.01.21, Alice Alfazema
Ilustração Jacub Gagnon    Estamos num tempo em que temos de ter a paciência e o vagar de um camaleão, e de sentir aquele poder de mudar a pele cada vez que é necessário. Ocasião. Acaso.    esta é uma vila com mais de dez milhões de habitantes são carros e gente e bicicletas num caos perpétuo. é certamente uma vila porque as pessoas têm mãos sujas e expectativas de sobrevivência pelo seu próprio cultivo da paz interior. vidas de néon que constantemente atravessam estradas em direção a catedrais contemporâneas:

A pandemia das ideias e dos outros

COVID-19

09.11.20, Alice Alfazema
  As medidas quando são tomadas de modo contraditório, denotam a desorientação das ideias, levando à desorganização dos sistemas. Podemos ir ao supermercado, mas não podemos andar na rua, podemos ir trabalhar em transportes cheios, mas não podemos ir ao restaurante durante o fim-de-semana. As escolas estão cheias, mas não são focos de vírus. Ando bêbada e não sei qual a bebida que ando a tomar.      Não morremos do mal, vamos morrer da cura. Podes estar com a tua (...)

A nossa aldeia global

17.10.20, Alice Alfazema
“Numa primeira fase, aceitou-se e entendeu-se que doenças e fatores de risco cardiovasculares, como é o caso da hipertensão, possam ter passado para segundo plano em termos de preocupação e de atenção dispensadas por parte dos serviços de saúde e dos clínicos, de uma forma geral” “O que já não se compreende é que, passados estes meses todos, se continue a consumir a 100% todo o tempo e todas as energias em torno da pandemia em detrimento de uma doença que, diretamente (...)