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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Privilégio

08.12.19, Alice Alfazema
    “Mas eu fui ver a terra. Caminhei muito, muito. Subi a montanhas… Lembro-me que no Alasca um aviãozinho largava-me num ponto e vinha-me buscar dez dias depois, ou duas semanas depois, dependendo do clima. Ficava em paz, sozinho. Subi àquelas montanhas a aprender a ver o meu planeta, a integrar-me nele. A partir de um momento era parte daquele todo. Quis muito olhar o todo. Fui o anão e o gigante ao mesmo tempo, porque eu também sou natureza, estive ligado a tudo. O nosso (...)

Escuridão luminosa

15.08.19, Alice Alfazema
Estamos numa espécie de Idade Média do tempos modernos, agora as pessoas têm informação, muita informação, mas não a utilizam de forma correcta, propagam-se então as notícias que têm anos como se fossem novidades, a fonte da notícia não é tida em conta. Há assim uns locais onde o povo se ajunta e grita, mas agora são gritos escritos, nada de atirar tomates e verduras podres, agora são os comentários de ódio, sem fundamentação. Depois uns riem, outros aplaudem, tal como (...)