Quando temos alguém de quem gostamos e com quem conversamos muitas vezes, e que ao fazê-lo nos traz alívio, ou abertura de espírito é muito bom. Quando esse alguém desaparece, desta dimensão, fica um vazio difícil de preencher. Ficam os objectos, os móveis, os sofás, as roupas, os livros, a casa inteira parada no tempo. As palavras não se ouvem. Querem-se mas não existem. Que histórias ficaram por contar? Há um silêncio que nos confunde. Tudo à volta está (...)