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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O que o coração decorou

10.04.16, Alice Alfazema
Tantas coisas que já li  Outras tantas que vivi Fazem de mim o que sou       Ai, se eu tivesse esquecido Tudo o que tenho vivido E o coração decorou       Tudo é questão de memória É o nosso pensamento 

Cravos e hortelã

24.07.14, Alice Alfazema
    O quintal do meu sogro é assim uma mistura de flores com ervas aromáticas, tudo ao molho e fé em Deus. Deu-me ontem um ramo de chá, perguntei-lhe que chá já era aquele, respondeu-me que é de uma erva maluca, pergunto-lhe outra vez para ver se ele se recorda do nome da planta, é duma erva maluca, mas não é doce-lima. Sendo assim uma hipótese já foi (...)

A folha da memória

27.10.12, Alice Alfazema
Antes que venha o Inverno e disperse ao vento essas folhas de poesia que por aí caíram, vamos escolher uma ou outra que valha a pena conservar, ainda que não seja senão para memória. A outros versos chamei eu já as últimas recordações de minha vida poética. Enganei o público, mas de boa fé, porque me enganei primeiro a mim. Protestos de poetas que sempre (...)