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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

#diariodagratidao 03-04-2019

03.04.19, Alice Alfazema
  Hoje houve uma frase que o meu marido disse ao pai que me emocionou, já a tinha ouvido, mas hoje registei-a de outra forma, olhei para os dois juntos, tenho feito isto muitas vezes, pai e filho, da mesma altura, com o mesmo andar gingão, o filho com a mão sobre os ombros do pai. Olhei para o sol que se punha por detrás do edifício, para o caramanchão de hera verdejante, para as rosas e malmequeres amarelos, há alfazema à porta, algumas árvores floridas. Aquele é um lugar (...)

#diariodagratidao 26-01-2019

26.01.19, Alice Alfazema
  Ilustração Pedro Leite   Já há muito tempo que procurava uma imagem como esta para ilustrar aqui um pouco do meu quotidiano. É raro o dia em que não acordo assim, não sei como consigo ficar com a cama toda para mim. O pior é que quando acordo assim dá-me vontade de rir. Os psicólogos terão teorias sobre isto,  quanto a mim sinto-me grata por me deixares 80% da cama, para que o meu descanso seja (...)

Micro contos - O despacho

08.11.18, Alice Alfazema
Ilustração  Rafal Olbinski       Estou na paragem do autocarro, não à espera do autocarro, mas à espera de uma boleia. - Quer boleia? - Não. Obrigada, eu estou à espera do meu marido, ele dá-me boleia. - É um bom marido? - É. - O meu despachei-o o ano passado.  

Bem fica

15.05.13, Alice Alfazema
  Menu de dia de jogo. Vai uma fatia? Fica muito bem em qualquer estômago, e assim neste formato não é indigesta e é livre de colesterol.   Pormenor intimo: neste momento o cozinheiro da pizza está a falar sozinho, ou seja, para a televisão...   Quanto à pizza...Nem tudo é mau em dia de jogo. :) Alice Alfazema

O maravilhoso mundo das fadas do lar.

16.08.10, Alice Alfazema
  Não sei como definir, esta sensação de frustação, constante, como as ondas do mar, que batem, batem...que poesia... não interessa, nem que concordem, nem que não leiam, é um desabafo, de mim para eu ou de eu para mim.  Tarefas domésticas, ou um terrorismo silêncioso, um esgar de felicidade? Um fazer constante de inúteis mas úteis tarefas, um fazer de ninguém, um (...)