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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Bom dia!

20.04.15, Alice Alfazema
 São duas flores unidas São duas rosas nascidas Talvez do mesmo arrebol, Vivendo, no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol.   Castro Alves    Alice Alfazema

O sono

12.03.15, Alice Alfazema
Ilustração Mamzelle Rouge   O sono é a actividade mais perto da morte que podemos conhecer. O sono é verosimilmente uma imitação sagrada da morte. Há em todo o sono o feltro espesso do esquecimento que caracteriza a morte.   No sono é com a vida que imitamos a morte, e por isso nos é dada a memória. Todas as noites mergulhamos no esquecimento, mas todas as manhãs regressamos à vida. O sinal de que lá estivemos e regressámos é a memória. É com a memória que acordamos e (...)