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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Canto dos pássaros

26.09.19, Alice Alfazema
    A música é a entrada irrelevante para um mundo de conhecimento superior que compreende a humanidade, mas que a humanidade não pode compreender.       A frase é de Ludwig van Beethoven, as ilustrações são de Baptistine Mesange

Às vezes...basta uma palavra, basta uma imagem.

27.07.19, Alice Alfazema
  Às vezes basta uma imagem para nos dar coragem e continuar   Às vezes basta uma palavra para soltar a raiva e enlouquecer   Por vezes és tu, outras sou eu e o que se viveu não é fácil, nunca é fácil   Às vezes basta outra imagem para puxar uma lágrima e duvidar   Tu sabes eu tenho saudades tantas saudades de te ver sorrir um dia talvez amanhã em pézinhos de lã     Amor vai voltar     Música : Xutos & Pontapés Le (...)

Museu da Música Mecânica

17.07.19, Alice Alfazema
  O Museu da Música Mecânica é um lugar mágico, que nos transporta para outros tempos, o próprio edifício do museu é uma caixa de música. Fica nos Arraiados, um local entre o Pinhal-Novo e Setúbal,  no meio das vinhas e das árvores de fruto.      Lá podemos ver e ouvir instrumentos mecânicos que são também autênticas obras de arte, quer seja pelas madeiras finas decoradas à mão, quer pela ousadia do autor, caixinhas de música que são carroceis ou bailarinas, (...)

#diariodagratidao 11-06-2019

11.06.19, Alice Alfazema
    Ilustração  Byron Eggenschwiler     Cada árvore é um ser para ser em nós Para ver uma árvore não basta vê-a a árvore é uma lenta reverência uma presença reminiscente uma habitação perdida e encontrada À sombra de uma árvore o tempo já não é o tempo mas a magia de um instante que começa sem fim a árvore apazigua-nos com a sua atmosfera de folhas e de sombras interiores nós habitamos a árvore com a nossa respiração com a da árvore com a árvore nós (...)

#diariodagratidao 25-05-2019

25.05.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Duy Huynh     É tão fundo o silêncio entre as estrelas. Nem o som da palavra se propaga, Nem o canto das aves milagrosas. Mas lá, entre as estrelas, onde somos Um astro recriado, é que se ouve O íntimo rumor que abre as rosas.     Poema de José Saramago