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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

ūüíč

16.11.19, Alice Alfazema
¬† √†s vezes basta uma palavra uma flor ou apenas uma p√©tala um sorriso o voo rasante das gaivotas n√£o sentir e n√£o me importar uma colher de arroz-doce, mas com a parte da canela o cheiro a mar uma pinta na folha o frio da pedra e o quente de uma respira√ß√£o o fumegar do caf√© importar-me com o teu sentir o l√°pis de cor amarela, para pintar o sol aqueles teus fios de m√ļsica que fazem estremecer uma impress√£o, mesmo que vaga, de felicidade o ondulado negro a lembran√ßa sempre (...)

Canto dos p√°ssaros

26.09.19, Alice Alfazema
¬† ¬† A m√ļsica √© a entrada irrelevante para um mundo de conhecimento superior que compreende a humanidade, mas que a humanidade n√£o pode compreender. ¬† ¬† ¬† A frase √© de Ludwig van Beethoven, as ilustra√ß√Ķes s√£o de¬†Baptistine Mesange

Às vezes...basta uma palavra, basta uma imagem.

27.07.19, Alice Alfazema
¬† √Äs vezes basta uma imagem para nos dar coragem e continuar ¬† √Äs vezes basta uma palavra para soltar a raiva e enlouquecer ¬† Por vezes √©s tu, outras sou eu e o que se viveu n√£o √© f√°cil, nunca √© f√°cil ¬† √Äs vezes basta outra imagem para puxar uma l√°grima e duvidar ¬† Tu sabes eu tenho saudades tantas saudades de te ver sorrir um dia talvez amanh√£ em p√©zinhos de l√£ ¬† ¬† Amor vai voltar ¬† ¬† M√ļsica : Xutos & Pontap√©s Le (...)

Museu da M√ļsica Mec√Ęnica

17.07.19, Alice Alfazema
¬† O Museu da M√ļsica Mec√Ęnica √© um lugar m√°gico, que nos transporta para outros tempos, o pr√≥prio edif√≠cio¬†do museu √© uma caixa de m√ļsica. Fica nos Arraiados, um local entre o Pinhal-Novo e Set√ļbal,¬† no meio das vinhas e das √°rvores¬†de fruto.¬† ¬† ¬† L√° podemos ver e ouvir instrumentos mec√Ęnicos que s√£o tamb√©m aut√™nticas obras de arte, quer seja pelas madeiras finas decoradas √† m√£o, quer pela ousadia do autor, caixinhas de m√ļsica que s√£o carroceis¬†ou bailarinas, (...)

#diariodagratidao 11-06-2019

11.06.19, Alice Alfazema
    Ilustração  Byron Eggenschwiler     Cada árvore é um ser para ser em nós Para ver uma árvore não basta vê-a a árvore é uma lenta reverência uma presença reminiscente uma habitação perdida e encontrada À sombra de uma árvore o tempo já não é o tempo mas a magia de um instante que começa sem fim a árvore apazigua-nos com a sua atmosfera de folhas e de sombras interiores nós habitamos a árvore com a nossa respiração com a da árvore com a árvore nós (...)