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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Diário dos meus pensamentos (29)

17.04.20, Alice Alfazema
Fotografia Artur Pastor   Tenho saudades dos jardins, dos pequenos recantos, e de apreciar os cuidados dispensados a cuidar da flores e das plantas, ainda tenho os dois bilhetes que me ofereceram para uma visita à Quinta da Regaleira, tenho saudades de imaginar quem se sentou na sombra de uma mesma árvore num ano e depois no ano seguinte, e no outro, e no outro depois do outro.    Se me perguntarem o que farei em primeiro lugar no fim deste confinamento, será sem dúvida passear de (...)

O mundo, as mãos, a tela e a poesia

21.07.14, Alice Alfazema
  Pintura Omar Ortiz    As mãos feitas em óleo sobre linho, as mãos que levam e trazem o mundo de cada um, as mãos do pintor que a cada pincelada revela a pele e as transforma em movimento de dar e receber. As mãos do poeta, que faz com elas poesia e se rebela com um mundo caduco, onde apenas a solidariedade pode dar força às mãos. As mãos que acolhem, que mudam acções, que matam e que dão vida. É nas mãos que (...)

Uma pergunta por dia: As mãos falam em silêncio?

22.09.13, Alice Alfazema
As mãos foram feitas para trazer o futuro,  encurtar a tristeza, encher o que fica das mãos de ontem - intervalos (duros, fiéis) das palavras, vocação urgente da ternura, pensamento entreaberto até aos dedos longos pelas coisas fora pelos anos dentro. Vítor Matos e Sá Uma pergunta por dia até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade. Alice Alfazema