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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

De um outro lugar

11.08.15, Alice Alfazema
Quando o Maurice me falou do charro que a avó Rose lhe tinha dado, foi sem sarcasmo ou desdém. Relatou simplesmente o episódio. Para ele, tinha sido uma verdadeira prenda, um genuíno ato de bondade. Significava que alguém pensara nele, e isso era melhor do que a alternativa: ser esquecido, ignorado, invisível. Não fazia ideia de que pudesse ser errado darem-lhe uma droga ilegal. Não conhecia qualquer espécie de vida sem drogas.   Laura Schroff, Alex Tresniowski, in O fio do destino.

Sugestão de leitura:

07.06.14, Alice Alfazema
  - D. Afonso Henriques prepara um grande fossado contra os mouros e há mister de todos os homens livres, que lhe devem serviço na hoste.- Ai valha-me Deus – soltou Adosinda, benzendo-se e sendo imitada pelas filhas.Iniciou-se na Terra de Paiva uma euforia nunca vista.Os ferreiros trabalhavam noite e dia nas suas forjas, aprontando armas, principalmente lanças e capelos de ferro, algumas pagas com a prata dos cavaleiros de D. Afonso, outras, pelos próprios lavradores. As mulheres (...)

Era uma vez...

23.04.14, Alice Alfazema
  Ilustração Julia Cejas    Ler e viajar, ler e sonhar, ler e aprender, através das palavras dos outros saltar e ver, rir e sentir, emoções escritas, emoções lidas, emoções folheadas, impressas, soltas, a negrito, itálico. Letras amantes de vírgulas.     Alice Alfazema