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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O maravilhoso mundo das fadas do lar.

16.08.10, Alice Alfazema
  Não sei como definir, esta sensação de frustação, constante, como as ondas do mar, que batem, batem...que poesia... não interessa, nem que concordem, nem que não leiam, é um desabafo, de mim para eu ou de eu para mim.  Tarefas domésticas, ou um terrorismo silêncioso, um esgar de felicidade? Um fazer constante de inúteis mas úteis tarefas, um fazer de ninguém, um (...)