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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Janela da quimera

25.03.11, Alice Alfazema
        Tu que acreditas que a bruma vai rasgar-se em dia aberto Tu que acreditas que o vento vai quebrar-se em mar de calma: porque ficas sentado à janela da quimera, porque não vens para a rua provocar a Primavera?   Vem, vem desenhar o futuro na morte deste presente; Vem, vem mostrar a madrugada e vem dá-la a toda a gente!   Tu  que adivinhas que as nuvens vão desfazer-se em azul. Tu que adivinhas que a noite resolver-se em luar: porque te deixas dormir na cama da tradição, po (...)