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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Tal cão

tal dona

18.10.21, Alice Alfazema
Dizem que os cães são idênticos aos donos, é verdade, confirmo. Ora assim, o meu cão não suporta muito calor, eu também não. Nem gosta de frio, eu também. Não gosta de muitas festas, eu igualmente. Adora retirar-se para dormir uma sesta, eu idem. Não tem dono favorito, para ele todos tem um propósito: euzinha. Está-se marimbando para a sua reputação social, mais eu. Gosta mais de peixe que de carne, é genético.  Um outro ponto muito importante e decisivo para que se diga t (...)

Evacuações intermédias

06.10.21, Alice Alfazema
  Ilustração  Rene Rickabaugh   Já me habituei a ter desilusões, até ontem pensava que eram más, que traziam apenas tristeza e impotência pelo tempo perdido que podia ter sido gasto de outra forma. Foi no entanto um alívio. De noite sonhei com papel higiénico, talvez queira dizer algo sobre  o que se passou ontem. 

Toca

avaria nos serviços do Facebook

05.10.21, Alice Alfazema
Ilustração  Elin Manon   Pensei que o dia de ontem fosse mais agitado, em não havendo serviços do Facebook julguei que as pessoas adeptas de comentários francos viessem para a janela gritar os seus comentários de motivação aos outros que desconhecem, afinal nada aconteceu, que desilusão.       

Migalhas

20.09.21, Alice Alfazema
  Gosto do teu cheiroSe te apetecer voltar toca a campainha três vezese eu carrego naquele botão que abre da ruaE se me avisares com antecedência até compro um boloQuando não estiveres cá e me sentir sozinho comoas migalhas que sobraramVou contar-te um segredohá alturas em que as migalhas ajudam.  Poema de António Lobo Antunes

Os figos e os seus benefícios

sem poemas e a caminho do Outono

18.09.21, Alice Alfazema
Eu que dizia que não gostava de figos, de há uns anos para cá tenho-me deliciado com quantidades generosas de figos, e este ano não fugiu à nova regra, tenho pena que estejam a acabar, tal como o Verão. Doces e húmidos refrescam-nos a boca, sendo lindos à vista e secretos no paladar. Andava por aqui à cata de um poema sobre figos, algo que ainda não tivesse colocado aqui no blogue, quando eis que descubro o texto abaixo, é surpreendente ouvimos por aí que os figos engordam, no (...)