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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Flamingos azuis

31.03.12, Alice Alfazema
        Há muito tempo, quando o Tejo era azul, existiam nas margens do rio flamingos azuis. A sua cor devia-se a um mineral existente na água e, quando eles se banhavam as suas penas reluziam num azul brilhante e encantado. Quando voavam faziam reflexos dourados pelo sol, e as suas crias cresciam livres e despreocupadas. O rio banhava suavemente as margens e os dias (...)

Histórias que podemos reconstruir

26.07.11, Alice Alfazema
  Estas flores crescem em terreno inóspito, quem passa e olha poderá não sentir o poder da sobrevivência e os seus sacrifícios, a sede, o vento, o calor, o frio, no entanto, elas resistem e persistem na sua luta diária e por vezes sofrida, mostrando assim, que é sempre possível resistir, por mais adversidades que existam, basta querer e nunca desistir daquilo que se quer e que (...)