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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Onde costumas colar a tua pastilha elástica?

17.09.17, Alice Alfazema
«Do lentisco verdadeiro de Brotero (Pistacia lentiscus), que se cria pelos mattos e vallados das fazendas, se póde colher a almecega ou mastique que tem uso nas boticas, e na composição dos vernizes. Os habitantes da Ilha de Chio na Grécia são os que aproveitão esta rezina, fazendo no principio de Agosto incisões na cortiça do tronco do arbusto, sem tocar nos ramos novos, e por ellas vai distillando o suco nutritivo em pequenas lágrimas que amadurecendo formão os grãos de (...)

A chuva é uma coisa vulgar?

04.02.17, Alice Alfazema
Ilustração Hajin Bae   As coisas vulgares que há na vida Não deixam saudade Só as lembranças que doem Ou fazem sorrir   Há gente que fica na história Da história da gente E outras de quem nem o nome Lembramos ouvir Ilustração  Roman Muradov   São emoções que dão vida À saudade que trago Aquelas que tive contigo E acabei por perder Há dias que marcam a alma E a vida da gente E aquele em que tu me deixaste Não posso esquecer Ilustração Anton Yakutovych   (...)

O universo dos livros

09.11.12, Alice Alfazema
    Desfolhamos um livro, e encontramos histórias que não conhecíamos. Deparamo-nos, então, com ideias e imaginação fértil, e por fim, damo-nos conta que afinal há tanta gente com ideias iguais...     Alice Alfazema

Economia - Receber sem trabalhar.

21.09.10, Alice Alfazema
Um professor de economia na universidade Texas Tech, disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira. Esta classe em particular tinha insistido que um regime realmente igualitário funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo". O professor então disse: - Ok, vamos fazer uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas de avaliação nas provas. Todas as notas (...)

Estaca...

28.03.10, Alice Alfazema
Por hoje tudo se resume a nada, sempre em função dos outros, daqui e dali. Há tempos li uma história, que me parece cada vez mais actual, presos a tudo, por nada. Por medo não faço, por aquilo que os outros pensam  não digo, qual estaca que prende o elefante... "Quando era pequeno, adorava o circo e aquilo de que mais gostava era os animais. Cativava-me especialmente o elefante, durante o espectaculo, a enorme criatura dava mostras de ter um peso, tamanho e força (...)