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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Fotógrafos de Natureza - Daniel Řeřicha

28.08.19, Alice Alfazema
  Como um vento na floresta, Minha emoção não tem fim. Nada sou, nada me resta. Não sei quem sou para mim.       E como entre os arvoredos Há grandes sons de folhagem, Também agito segredos No fundo da minha imagem.     E o grande ruído do vento Que as folhas cobrem de som Despe-me do pensamento: Sou ninguém, temo ser bom.     Fotografias Daniel Řeřicha      Poema de Fernando Pessoa 

Coentros

29.12.11, Alice Alfazema
    As pequenas preciosidades estão onde menos se espera, para onde não se olha, naquilo que parece não ter valor. Neste recanto do jardim, onde o terreno parece baldio, mas onde os coentros nascem, para dar sabor e energia, à comida que se quer deliciosa. Juntos convivem com os trevos e a hortelã, e talvez um raminho de salsa...harmonia.               Alice Alfazema