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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Ultramar, Angola, refugiados, Portugal, racismo, educação, memórias, lembranças, infância...

Vamos aprender a ler nas entrelinhas

31.07.20, Alice Alfazema
  Tirei estas fotografias para vos mostrar como era estudar em Angola nos anos 70 do século passado, muitos de vocês partilharão destas memórias, que até nem são minhas, são do meu marido. Estas páginas são de um livro da 1º classe, onde lhes era ensinado a ler as frases básicas do seu quotidiano.     Nós que por estes dias temos falado tanto em existir racismo em Portugal, esquecemos as feridas que nos foram impostas. A mim calhou-me um pai vindo do Ultramar, obrigado a (...)

Em Dia de Corpo de Deus

15.06.17, Alice Alfazema
Não perdoo à Igreja nunca ter pedido perdão aos portugueses pela sua colaboração activa com a Ditadura e as iniquidades decorrentes dela, a sua total indulgência, desde a primeira hora, com a injustiça, a crueldade, a desigualdade, a intolerância, os campos de concentração   (Tarrafal, São Nicolau)   a monstruosa polícia política, a violência da censura, o desprezo pelas mulheres, a guerra colonial, a perseguição aos estudantes, aos operários, aos camponeses, a (...)