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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

#diariodagratidao 15-08-2019

15.08.19, Alice Alfazema
  Ilustração Yiting Lee   Já fazem muitos dias que não escrevo aqui no Diário da Gratidão, coisa com que me comprometi, mas  que não cumpri. Não considero um falhanço, mas um desvio de conduta, até porque estar grato é  muito mais do que afirmar que se fez isto ou aquilo num pedaço de papel ou num ecrã de computador, ter gratidão é colocarmo-nos no lugar do outro também com acções e momentos reais no dia-a-dia. É por aí que tenho andado.    No entanto, quero (...)

#diariodagratidao 29-04-2019

29.04.19, Alice Alfazema
  Ilustração Monica Garwood       Sua vida é sua vida Não deixe que ela seja esmagada na fria submissão. Esteja atento. Existem outros caminhos. E em algum lugar, ainda existe luz. Pode não ser muita luz, mas ela vence a escuridão Esteja atento. Os deuses vão lhe oferecer oportunidades. Reconheça-as. Agarre-as. Você não pode vencer a morte, mas você pode vencer a morte durante a vida, às vezes. E quanto mais você aprender a fazer isso, mais luz vai existir. Sua vida é (...)

#diariodagratidao 27-04-2019

27.04.19, Alice Alfazema
  Ilustração Luís Alves     A vida depois de um certo olhar fica melhor, mais aberta, mais atenta, menos apressada, porque os dias são contados, porque podem ser os últimos, tais como os sorrisos e os cafés bebidos com amigos. 

#diariodagratidao 24-04-2019

24.04.19, Alice Alfazema
Ilustração Andrea Tamme   Este exercício é muito difícil de fazer todos os dias, porque muitas vezes ao nosso redor existem mais motivos para nos arreliar do que para nos fazer felizes. As notícias ao redor do mundo também podem não ser de grande motivação para um mundo melhor. Mas às vezes basta ter alguém que nos transporte para um outro sentido de humor que o nosso dia acaba diferente. E o pouco às vezes é muito.   

#diariodagratidao 23-04-2019

23.04.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Mar Azabal   Se eu pudesse havia de transformar as palavras em clava. Havia de escrever rijamente. Cada palavra seca, irressonante, sem música. Como um gesto, uma pancada brusca e sóbria. Para quê todo este artifício da composição sintáctica e métrica? Para quê o arredondado linguístico? Gostava de atirar palavras. Rápidas, secas e bárbaras, pedradas! Sentidos próprios em tudo. Amo? Amo ou não amo. Vejo, admiro, desejo? Ou sim ou não. E como isto continuando.  

#diariodagratidao 15-01-2019

15.01.19, Alice Alfazema
Ilustração  Sandra Conejeros   Podermos ter oportunidade de escolha é das coisas mais importantes da vida. A escolha de cada um a ele pertence. Aprender a fazer escolhas é-nos imposto desde tenra idade, já deveríamos estar habituados a fazê-las com sucesso e a saber valorizá-las. No entanto,  por vezes menorizamos esta oportunidade, ou porque não temos experiência criticamos ou apoiamos as dos outros, nem damos por isso no dia a dia. A escolha está tão banalizada que até (...)

#diariodagratidao 13-01-2019

13.01.19, Alice Alfazema
    Até que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou até à morte, a vida é cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do poço, que tornam nosso coração tão seco e quebradiço que perdemos a capacidade de sentir. Mas é também uma experiência maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possuímos. Até a morte a vida é sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instrução, mas, como dito, para quem sabe (...)