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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

MasterChef canino

Março 15, 2018

Alice Alfazema

ginjolão.jpg

 

Hoje o Ginjas esteve a ajudar-me a fazer a canja. Ele supervisiona as peles da galinha e vê se a sua textura está no ponto. As cartilagens também merecem a sua atenção. É certo que ainda estamos numa fase muito embrionária em termos de criatividade de pratos. No empratamento estou a ter sérias dificuldades pois o prato nunca chega a mais de uns míseros segundos. Desaparece num instantinho. Não há nada em cama de alguma coisa, mas há sempre um prato bem lambido, brilhante, brilhante, melhor que o detergente mais eficaz do mercado. 

 

Alice Alfazema

Bom dia rapaziada!

Agosto 17, 2017

Alice Alfazema

bom.jpg

 

Gostam do meu look? Hiper mega chicccccccccccc! Mais à frente revelarei onde comprei este manto tigrese. Quem sabe até farei um sorteio para vos oferecer, claro que não posso repetir roupa, pois pertenço ao jet cão mais fino de Portugal. Espero que tenham gostado, desejo-vos um dia muito feliz meus queridos amigos e leitores do peito.

 

 

 

Alice Alfazema

 

Amar

Junho 30, 2017

Alice Alfazema

olha.jpg

 

 

O meu olhar é nítido como um girassol.

Tenho o costume de andar pelas estradas

Olhando para a direita e para a esquerda,

E de vez em quando olhando para trás...

E o que vejo a cada momento

É aquilo que nunca antes eu tinha visto,

E eu sei dar por isso muito bem...

Sei ter o pasmo essencial

Que tem uma criança se, ao nascer,

Reparasse que nascera deveras...

Sinto-me nascido a cada momento

Para a eterna novidade do Mundo...

 

 

Creio no Mundo como num malmequer,

Porque o vejo. Mas não penso nele

Porque pensar é não compreender...

O Mundo não se fez para pensarmos nele

(Pensar é estar doente dos olhos)

Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo…

 

 

 

 

 

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,

Mas porque a amo, e amo-a por isso,

Porque quem ama nunca sabe o que ama

Nem sabe porque ama, nem o que é amar...

 

 

 

 

Amar é a eterna inocência,

E a única inocência é não pensar...

 

 

 

 

 
 

In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. 

 
 
 
 
 
Alice Alfazema

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