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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Um final de dia

27.03.19, Alice Alfazema
  Hoje no final do meu dia de trabalho pus-me a ver a Primavera debaixo desta árvore, à minha direita o Sol já ia baixo, numa corrida para apanhar a serra. Fico sempre maravilhada com a Mãe Natureza, para mim a única religião. Tirei o telemóvel e fotografei a árvore, enquanto o fazia uma colega passou de carro e buzinou-me. A malta gosta de se meter comigo.      As árvores crescem sós. E a sós florescem.   Começam por ser nada. Pouco a pouco se levantam do chão, se (...)

Nazaré

22.01.19, Alice Alfazema
Estou encantada com a obra de Artur Pastor, fotógrafo português do século XX que retratou Portugal, as suas gentes, o quotidiano, a miséria que se vivia à época, mostrando através da sua lente pormenores que escaparam por entre os tempos. Escolhi esta fotografia para colocar aqui, porque me parece que a delicadeza e a sensualidade do plano leva para segundo lugar toda e qualquer miséria que possa existir nestas vestes já rasgadas e na dureza que deveria ser viver do mar. Podem (...)