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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Vou estender as emoções

01.06.19, Alice Alfazema
  Já é Junho...     O tempo molda-nos o corpo e põe-nos moles com este calor, é uma moleza profunda, que vem do fundo do ser, e deixa-nos sem acção. É assim como aquelas pessoas que nos sugam a energia mesmo sem querermos, porque não conseguimos fugir delas fisicamente, tal como quando estamos debaixo do calor, não que essas pessoas sejam um sol, mas antes um buraco negro, porque a sua energia é densa.       Vivemos num espaço reduzido, onde caminhamos lado a lado, sem (...)

#diariodagratidao 25-05-2019

25.05.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Duy Huynh     É tão fundo o silêncio entre as estrelas. Nem o som da palavra se propaga, Nem o canto das aves milagrosas. Mas lá, entre as estrelas, onde somos Um astro recriado, é que se ouve O íntimo rumor que abre as rosas.     Poema de José Saramago  

Observação

29.01.19, Alice Alfazema
  Filme Neil Bromhall   Aprende quem quer. Se olharmos atentamente descobrimos sempre novidades, o mundo renova-se a cada instante. Quem não está presente não aprende. É preciso estarmos atentos e presentes.  Basta querer. É o querer que muda tudo. Da vida à morte.   

Conversas da escola - Entre a despedida e o agradecimento fica uma flor

25.06.18, Alice Alfazema
  Um miúdo de dez anos aproxima-se do balcão do bar da escola, traz uma florzinha destas em cada mão. Estamos no último dia de aulas. Grita para mim enquanto põe as mãos no ar:   - Onde é que está a outra pessoa que costuma estar aqui?   Referindo-se à minha colega. Chamo-a. Entretanto dá-me esta flor.   - Tome é para si! -  E dá a outra à minha colega de jornada. -    Entre a despedida e o agradecimento fica uma flor, e é disto que é feito o meu trabalho, de (...)

Um ar de fantasia

28.09.17, Alice Alfazema
 Fotografia Victor Sancho     Sento-me ao lado das coisas e bordo toda noite a minha vida. Aqueles dias tecidos que tinham um ar de fantasia quando vieram brincar dentro de mim.     Sophia de Mello B. Andresen        Obrigada meus amigos blogsféricos por me visitarem e favoritarem, agradeço-vos também pelos comentários que deixam aqui neste espaço e que me fazem reflectir sobre outras maneiras de pensar e de (...)