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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Ao meu Filho

21.11.10, Alice Alfazema
Meu filho   Apareceste na minha vida, Eu queria ter-te. Sentia-me feliz, insegura, afectuosa, apaixonada. Quantas  emoções! Olhava para ti... E sorria. Agora cresceste. Agrada-me o que vejo em ti. Revejo-me em ti, nas tuas ideias, Na tua maturidade, nos teus projectos... Obrigada, filho, por seres como és. E por  teres aparecido na minha vida. Eu queria ter-te.   Rosa Serrate  (...)

Pois eu gosto de crianças

04.09.10, Alice Alfazema
Pois eu gosto de crianças! Já fui criança, também... Não me lembro de o ter sido; Mas só ver reproduzido O que fui, sabe-me bem.   É como se de repente A minha imagem mudasse No cristal duma nascente. E tudo o que sou voltasse À pureza da semente.     Miguel Torga     A todos aqueles que não puderam ser criança e àqueles a quem este poema não diz nada, tentem reprogramar as vossas sensações e valorizar as alegrias que parecem banais.