Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Bellissimo!

24.11.20, Alice Alfazema
Hoje na hora do almoço fui beber um café, pedi um bolo miniatura para dar pompa à circunstância. Quando recebi o pedido fiquei tão contente com o efeito que pensei automaticamente, tenho de tirar uma fotografia para lhes mostrar. E quem são os lhes? São vocês que passam por aqui todos os dias, que me deixam comentários, que me acompanharam durante este mês de Novembro, que foi para mim um mês duro e de clausura forçada.  Mês em que fiz parte dos números da listagem diária (...)

Gaiolas

21.11.20, Alice Alfazema
Ilustração Wouter Tulp   Como paredes através das quais o mundo vemos pelo ser dos outros quem vamos conhecendo nos rodeia multiplicando as faces da gaiola de que se tece em volta a nossa vida. No espaço dentro (mas que não depende do número de faces ou distância entre elas) nós somos quem somos: só distintos de cada um dos outros, para quem apenas somos a face em muitas, pelo que em nós se torna, além do espaço, uma visão de espelhos transparentes. Mas o que nos (...)

Incógnita

18.11.20, Alice Alfazema
Ilustração Marcin Piwowarski   Ela bebia um chá, mas era um chá totalmente diferente de todos os que existiam por aí à venda. Não se encontrava em lado nenhum e era impossível conseguir a receita, nem havia fábrica ou farmacêutica que fosse capaz de o produzir. Não havia nenhuma montanha, vale, prado ou bosque, em que nascesse tal planta, nem sequer haveria planta. Mas que chá era aquele? Que mesmo sem água ou planta lhe aconchega o ânimo?